Erros comuns na hora de investir em marketing digital

5 principais erros de quem está começando a divulgar seu negócio na internet

Sempre que começamos algo, é tudo um mistério, não é mesmo? Dúvidas e inseguranças surgem, nem sempre temos profissionais da área acessíveis para darem suporte e acabamos agindo pelo feeling. E por ver muitos metendo os pés pelas mãos, decidi separar 5 erros que vejo muito por aí pra você não cometer. Sem mistério e sem complexidade. Vamos lá?

1. Não alimentar os perfis sociais antes de divulgar

Vez ou outra recebo convites pra curtir alguma página no Facebook ou seguir algum perfil no Instagram. Clico pra verificar do que se trata e… Bom, tem um ou dois posts. Péssimo erro! Se você está começando e quer conquistar uma audiência, guarde a ansiedade de mostrar sua página pra todo mundo e capriche no conteúdo. Pense comigo: por que alguém entraria em uma loja vazia ou com quase nada de produtos à venda? A lógica no digital é a mesma: por que alguém seguiria um perfil que tem pouco ou nenhum conteúdo? Sua credibilidade vai pro espaço, e, o pior: a primeira impressão pode ser a que vai ficar. Você desperdiça um ponto de contato em uma das primeiras tentativas. Então não meta os pés pelas mãos! Faça bons grids no Instagram (aqui tem um vídeo que ajuda muito), alimente sua página no Facebook com ótimos posts e uma foto de capa matadora e só depois disso comece a chamar o público. Vai por mim, a espera vai valer a pena! 🙂

2. Estar em uma rede social só porque todos estão usando

Muitos pequenos e médios empreendedores saem criando perfis nas “redes sociais da moda” e acabam se frustrando. Isso acontece porque acabam agindo pelo impulso e não fazem uma pesquisa antes de entrar na rede social. Vejo várias empresas no Instagram sem nenhum potencial para estar lá, por exemplo. Empresas sem apelo visual, sem boas fotos, divulgando seus layouts mirabolantes achando que terão algum resultado. Pense na particularidade de cada rede social. Não é porque você e seus amigos estão em determinada rede social que sua empresa também tem que estar. Na dúvida, consulte ou profissional de marketing ou publicitários antes pra ter certeza.

3. Não investir em design

Por estarem começando, muitos profissionais acabam optando por opções mais em conta na hora de criarem suas marcas, e é como dizem: muitas vezes o barato sai caro! “Meu sobrinho está fazendo Publicidade” ou “meu vizinho já trabalhou em uma gráfica” são coisas que a gente escuta por aí e já se preocupa. Nada contra estudantes de publicidade ou profissionais gráficos, mas criar uma marca é coisa séria. Na hora de investir na sua, invista mesmo, sem economizar. Se você não puder pagar um bom designer, tente oferecer o seu serviço em troca, negocie, mas não deixe de dar importância a esse passo. Estamos na era da informação e somos bombardeados por conteúdo o tempo todo, as pessoas não querem ver layouts feios, então capriche!

4. Focar somente em conteúdos promocionais

Lá está você começando a produzir conteúdo nas redes sociais. Você fala sobre seus produtos, sobre seus preços, seus diferenciais, sua localização, sua experiência… E quando vê, está falando só sobre você achando que está arrasando. Errado! Rede social é lugar de relacionamento, então pense estar de frente com uma pessoa que só fala de si mesma. Entediante, não? Na hora de pensar nos seus conteúdos, desenhe uma persona, que é uma ilustração do seu público, e comece a pensar em conteúdos que a ajudem em seus problemas e desafios, que despertem sua curiosidade e intercale com conteúdos mais promocionais, afinal, você não está ali só de bobeira.

5. Deixar de investir em um bom site

Por último, mas não menos importante, tenha uma site! Por estar iniciando no mercado, muitos empreendedores acabam optando por entrar nas redes sociais, onde tudo pode ser trabalhado de forma orgânica, e deixam os planos de ter um site para o futuro. Aí que se comete um erro, que vou confessar que é tentador. Não ter um site, além de não passar uma imagem muito positiva para o seu cliente, pode fazer com que você perca negócios. Isso porque diariamente buscamos por empresas e soluções em mecanismos de busca, como o Google, e a sua empresa deixa de aparecer nos resultados por não ter um site. Além de poder transformar buscas em negócios, um site com o seu domínio possibilita que você tenha um e-mail profissional, como contato@suaempresa.com.br. Sem comparação com um Gmail ou um Hotmail.

 

E aí, curtiu as dicas? Deixe nos comentários quais as suas dúvidas sobre marketing digital e quais os seus principais desafios para abordarmos nos próximos conteúdos. Um abraço e até a próxima! 🙂

Glossário de Marketing Digital: 25 termos que você precisa conhecer

Marketing Digital: 25 termos que você precisa conhecer

Está começando a estudar ou a trabalhar com Marketing Digital e ficou com alguma pulga atrás da orelha? Leu algum termo e não entendeu? Calma! Isso é normal e todo mundo que já passou por isso algum dia nessa vida do digital marketing. Afinal, existe alguém que sabe tudo, além de Deus? Não. Então se joga neste glossário que preparei e comece a mergulhar nesse universo!

Algoritmos: Ferramentas dos motores de busca utilizadas para ler e rankear as páginas da internet.

Black-Hat: Conjunto de práticas anti-éticas que objetivam maior posicionamento de sites em motores de busca. Devem ser evitadas, sempre!

Breadcrumb: Informação que geralmente fica na parte superior dos sites, informando o caminho de páginas que o usuário percorreu, como: “Produtos > Tênis > Masculino > Esportivo”. Essa técnica facilita o acesso a página de nível superior. O nome (migalha de pão) vem da associação com a história de João e Maria, onde os personagens demarcavam o caminho com migalhas de pão.

Call to action: Chamada para ação. Técnica que instiga o usuário a clicar em determinado texto ou gráfico para que continue a navegação. Exemplos: clique aqui, compre agora, cadastre-se.

Captcha: Ferramenta anti-spam que pede que o usuário digite um código conforme uma imagem para prosseguir em uma página web. Mesmo sem saber o nome, você sempre detestou Captcha.

Conversão: é uma ação que esperamos do usuário ao clicar em um anúncio. Como, por exemplo, efetuar uma compra, preencher um formulário ou fazer uma ligação.

CPC: Abreviação de custo por clique. Refere-se ao custo de uma mídia online a cada clique que um usuário faz. Exemplo: Se você investiu R$ 100,00 em uma campanha de Google AdWords e obteve 20 cliques, seu CPC foi de R$ 5,00.

CTR: Do inglês click through rate, é uma taxa dada pela divisão do número de cliques em um anúncio pela quantidade de impressões. Exemplo: Se você veiculou um anúncio no Facebook Ads e ele foi visto por 500 pessoas, com um total de 5 cliques, seu CTR é de 1%. Quanto maior o CTR, melhor! Esse índice mede o grau de interesse do público no seu anúncio.

Double screen effect: Efeito que ocorre quando ficamos expostos a duas telas. Por exemplo, enquanto assistimos televisão e usamos o smartphone ao mesmo tempo.

E-commerce: sinônimo de loja virtual. Plataforma para venda de produtos através da internet.

Google AdWords: Programa de publicidade online do Google que funciona através de links patrocinados, rede de display, anúncios no Youtube e Google Shopping.

Google Analytics: Ferramenta oferecida pelo Google, usada para verificar como vão os acessos de um site. Se você tem um site é importante que esta ferramenta esteja configurada.

Hashtag: Possui a função de centralizar conteúdo sobre determinado assunto ou palavra-chave. Basta adicionar “#” antes de um termo em canais como Facebook, Instagram e Twitter para agregar sua postagem a uma hashtag.

Inbound marketing: Busca atrair clientes pelo interesse em determinado conteúdo, em vez de tentar realizar vendas através da oferta. Utiliza o Marketing de Conteúdo como estratégia.

Landing page: Página de destino específica de determinada campanha. Deve satisfazer a curiosidade do usuário, levando-o exatamente para aquilo que foi anunciado ou buscado.

Lead: Usuário que informou seus dados de contato em troca de algum tipo de conteúdo ou se interessou pela sua empresa e fez contato. Pode ser considerado um cliente em potencial.

Links patrocinados: Anúncios pagos exibidos quando o usuário faz uma busca no Google, por exemplo.

Mobile: Refere-se aos dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

Mídia programática: Compra e venda de mídia online em redes de blogs, mídias sociais e sites (publishers) através de plataformas de compra de mídia em tempo real — Demand Side Platforms(DSPs) — e de gerenciamento de dados de audiência (DMPs).

Orgânico: Termo relacionado a alcance. Refere-se ao alcance gratuito que você obteve em uma postagem no Facebook, por exemplo. No caso do Google, diz respeito aos resultados orgânicos — sem investimento — que são exibidos para um usuário ao fazer uma busca.

Remarketing (ou retargeting): Técnica que exibe anúncios para um usuário em outras plataformas depois que este visita um determinado site. É o que acontece quando você visualiza um produto em um e-commerce e depois é impactado por ele no Facebook ou em sites de notícia.

SAC 2.0: Atendimento ao consumidor através de plataformas digitais, como uma página no Facebook, por exemplo. Saiba mais sobre o assunto aqui.

SEO: Do inglês Search Engine Optimization (otimização para motores de busca ou marketing de busca), é uma atividade que visa aumentar o posicionamento de páginas e sites em motores de busca, sem investimento em Links Patrocinados.

Taxa de rejeição: Quantidade de pessoas que acessaram um site e navegaram por pouco tempo ou clicaram em apenas uma página.

Usabilidade: Refere-se à facilidade com que as pessoas navegam em páginas na internet e encontram aquilo que buscam.

Texto publicado originalmente no Blog do Guia.